Eu respiro o Carbono,
Atirada no anseio do pranto.
Boca seca e olhos no embaço
Vejo o globo se desenhar ao compasso.
A joia dormindo no leito
E o traje chorando ao vento
Aqui jaz o corpo finito
Dotado de alma e grito.
A vespertina hora se acanha
E o gosto desperta da morte
Pela noite bela que chega forte
Em seu lençol e sanha.
17/11/2012
17/11/2012
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