Em meio ao seres elementais
Que não sofrem as dores da carne.
A pressão da sociedade
Para que eu ofereça meu corpo
Aos caprichos do mundo adulto.
Muitas lágrimas perco
Ao pensar nos traumas do passado
Nas más lembranças que me bloqueiam.
Isso chegou até mim há muito tempo
De uma maneira suja, hedonista
Uma fantasia enraizada na submissão.
Meu coração bate e sangra
Como esquecer-se das experiências?
Todas com gosto de desrespeito.
É uma das maiores agonias
Que levo na minha alma
A pressão de aceitar, para não perder.
Peço de volta os sorrisos doces
Aqueles da infância, cheios de brilho
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